Dados atualizados em
Cesta básica de São Paulo no salário mínimo
Que parte do salário mínimo (antes dos descontos) a cesta de São Paulo consome
55,9% −47,1 pontos desde 1995
Em resumo
- Último dado: 55,9% em 2026 (janeiro a setembro).
- Variação: −47,1 pontos desde 1995.
- Maior valor: 103,0% em 1995. Menor valor: 46,4% em 2017.
- Por governo: a maior alta foi no governo Bolsonaro, +16,3 pontos de 2018 a 2022 (+4,1 pontos por ano), e a maior queda no governo Lula 1, −18,0 pontos de 2002 a 2006 (−4,5 pontos por ano).
Perguntas frequentes
Qual é o dado mais recente de cesta básica de São Paulo no salário mínimo?
55,9% em 2026 (janeiro a setembro). Fonte: Cálculo a partir de dados do DIEESE.
Qual foi o maior valor de cesta básica de São Paulo no salário mínimo e em que ano?
103,0%, em 1995. O menor valor da série foi 46,4%, em 2017.
Em qual governo houve a maior alta e a maior queda de cesta básica de São Paulo no salário mínimo?
A maior alta foi no governo Bolsonaro, +16,3 pontos de 2018 a 2022 (+4,1 pontos por ano), e a maior queda no governo Lula 1, −18,0 pontos de 2002 a 2006 (−4,5 pontos por ano). Conta do último dado antes da posse até o último do mandato, comparada por ano porque os mandatos têm tamanhos diferentes.
Sobre os dados
Cálculo próprio: valor mensal da cesta de São Paulo dividido pelo salário mínimo em vigor no mesmo mês (valor bruto, sem descontar a Previdência), com média dos meses do ano. O DIEESE usa o salário líquido, que dá percentuais um pouco maiores (em 2025, 61,6% contra 57,0%). O custo da cesta vem do banco de dados do DIEESE; o salário mínimo, da tabela mensal do DIEESE. 2026 vai de janeiro a setembro: a tabela de salário mínimo do DIEESE termina em agosto, mas o mínimo é fixo no ano (R$ 1.621,00) e o próprio banco do DIEESE usa esse valor nas horas de trabalho de setembro. Setembro de 2026 vem do banco de dados do DIEESE, consultado em 8 de outubro de 2026. Vale a ressalva de metodologia de 2016 para a cesta. Em 1995 o salário mínimo mudou de R$ 70 para R$ 100 em maio, e a média do ano é a média dos percentuais de cada mês. O site emenda essa quebra: os anos até 2015 foram multiplicados pela razão entre a cesta de dezembro de 2015 recalculada pela metodologia nova e a antiga (São Paulo +1,5%), como publicado no boletim do DIEESE de janeiro de 2016, Tabela 1. Assim, a série fica comparável de ponta a ponta.
Veja também
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