Cesta básica
Quanto custa por mês a cesta de alimentos básicos de uma pessoa adulta. Corrigido pela inflação, em reais de setembro de 2026
R$ 918,28 São Paulo +22,5% desde 2016
Em resumo
- Último dado: R$ 918,28 em 2026 (São Paulo).
- Variação: +22,5% desde 2016.
- Maior valor: R$ 921,08 em 2022. Menor valor: R$ 519,03 em 1997.
- Por governo: a maior alta foi no governo Bolsonaro (+35,3%, de 2018 a 2022) e a maior queda no governo FHC 1 (−8,5%, de 1995 a 1998).
Perguntas frequentes
Qual é o dado mais recente de cesta básica?
R$ 918,28 em 2026 (São Paulo) (fonte: DIEESE).
Em que ano cesta básica teve o maior valor?
Em 2022, com R$ 921,08. O menor valor da série foi em 1997: R$ 519,03.
Em qual governo cesta básica mais subiu e mais caiu?
A maior alta foi no governo Bolsonaro (+35,3%, de 2018 a 2022) e a maior queda no governo FHC 1 (−8,5%, de 1995 a 1998). Conta do último dado antes da posse até o último do mandato.
Sobre os dados
Valor mensal da cesta de 13 produtos para um adulto (conforme o DIEESE), corrigido pela inflação (reais de setembro de 2026). Cada ponto é a média dos meses do ano. 2026 vai de janeiro a setembro. Setembro vem do banco de dados do DIEESE, consultado em 8 de outubro de 2026; o boletim mensal de setembro ainda não tinha sido publicado (o mais recente era o de agosto). A composição da cesta muda por região (Decreto-Lei 399, de 1938): nas capitais do Norte e do Nordeste há menos carne, usa-se farinha de mandioca no lugar da de trigo e a batata não entra, então o nível de preço entre capitais não é estritamente comparável. Em janeiro de 2016 o DIEESE mudou a metodologia: novos locais de coleta e nova amostra de estabelecimentos (com base na POF 2008/2009 do IBGE), novos tipos e marcas de produto (por exemplo, o leite in natura saiu e entrou o leite longa vida; a banana prata passou a ser pesquisada junto com a nanica) e novo calendário de coleta. Por isso a série até 2015 não é totalmente comparável com a de 2016 em diante, e a variação de longo prazo deve ser lida com cuidado. Dois meses sem dado: Belo Horizonte 2021 (falta maio, média de 11 meses) e Brasília 2019 (falta novembro, média de 11 meses). Belo Horizonte de junho de 2021 a junho de 2025 usa os valores recalculados pelo DIEESE por causa de um erro no preço da banana, que são maiores que os dos boletins mensais da época (em 2022, R$ 670,52 contra R$ 661,01 no boletim original). O DIEESE pesquisa a cesta nas 27 capitais desde 2016 (antes eram 18), e o mapa mostra todas. Dez têm a série inteira desde 1995; Aracaju (desde 1996), Florianópolis, Goiânia, João Pessoa, Natal, Vitória e Campo Grande (desde 2013) também têm séries longas. Manaus (pesquisada desde 2009) e as nove que entraram em 2016 (Boa Vista, Cuiabá, Macapá, Maceió, Palmas, Porto Velho, Rio Branco, São Luís e Teresina) ficaram sem coleta por anos, de meados de 2017 (Manaus e Cuiabá desde agosto de 2018, São Luís desde abril de 2019) até março de 2025; por isso não entram na linha do tempo e só aparecem no mapa nos anos completos. Em cada capital, ano com mês faltando fica de fora, menos os já citados. Correção pela inflação: a média de cada ano foi levada a preços de setembro de 2026 pelo IPCA médio do ano, do Banco Central. É a mesma inflação acumulada mostrada em cada ano.
Fonte: DIEESE, Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos
Veja também
- Salário mínimo
- Renda média por pessoa
- Inflação no Brasil
- Salário mínimo necessário
- Horas de trabalho para comprar a cesta
- Cesta básica no salário mínimo
- Preço dos combustíveis
- Litros de gasolina por salário mínimo
- Preço da gasolina por estado
- Botijão de gás
- Preço dos alimentos em São Paulo
- Crescimento da economia
- PIB por habitante
- Preço do dólar
- Taxa básica de juros (Selic)
- Salário mínimo em dólares
- Reajuste do salário mínimo
- Renda média por pessoa, por estado
- Dívida do governo
- Contas do governo antes dos juros
- Reservas em dólares
- Comércio com o exterior
- Tamanho da economia
- Renda no IDH do Brasil