Fonte atualizada em dezembro de 2025

Homicídios de homens e de mulheres

Mortes por homicídio por 100 mil homens e por 100 mil mulheres, por ano.

37,5 por 100 mil Homens −11,1 por 100 mil desde 2000

Em resumo

  • Último dado (homens): 37,5 por 100 mil em 2024.
  • Variação: −11,1 por 100 mil desde 2000.
  • Maior valor: 60,4 por 100 mil em 2017. Menor valor: 37,5 por 100 mil em 2024 (em 2024 quase dobraram as mortes violentas registradas sem causa definida, que não entram aqui; parte da queda pode ser falta de registro).
  • Por governo: a maior alta foi no governo Dilma 1, +5,7 por 100 mil de 2010 a 2014 (+1,4 por 100 mil por ano), e a maior queda no governo Bolsonaro, −11,5 por 100 mil de 2018 a 2022 (−2,9 por 100 mil por ano).

Perguntas frequentes

Qual é o dado mais recente de homicídios de homens e de mulheres (homens)?

37,5 por 100 mil em 2024. Fonte: Ministério da Saúde.

Qual foi o maior valor de homicídios de homens e de mulheres (homens) e em que ano?

60,4 por 100 mil, em 2017. O menor valor da série foi 37,5 por 100 mil, em 2024 (em 2024 quase dobraram as mortes violentas registradas sem causa definida, que não entram aqui; parte da queda pode ser falta de registro).

Em qual governo houve a maior alta e a maior queda de homicídios de homens e de mulheres (homens)?

A maior alta foi no governo Dilma 1, +5,7 por 100 mil de 2010 a 2014 (+1,4 por 100 mil por ano), e a maior queda no governo Bolsonaro, −11,5 por 100 mil de 2018 a 2022 (−2,9 por 100 mil por ano). Conta do último dado antes da posse até o último do mandato, comparada por ano porque os mandatos têm tamanhos diferentes.

Sobre os dados

Homicídio aqui inclui agressões (CID-10 X85 a Y09) e mortes por intervenção legal e operações de guerra (Y35 e Y36), pelo local de residência da vítima, como no Atlas da Violência. A taxa é por 100 mil homens ou por 100 mil mulheres. Taxa calculada aqui, de 2000 a 2024: mortes registradas no SIM (Ministério da Saúde) divididas pela população de homens e de mulheres das Projeções da População do IBGE (revisão 2024), a mesma base da taxa geral do Atlas da Violência (série 20), em todos os anos. O relatório impresso do Atlas da Violência 2026 usa a população da PNAD Contínua e traz números até 3% maiores (homens em 2024: 37,6 contra 37,5 aqui). Em 2024 a taxa dos homens (37,5) era mais de 10 vezes a das mulheres (3,3). No site a série começa em 2000: antes disso a série do Atlas usa outra estimativa de população, que não combina com a de 2000 em diante (em 1997 ela cria um pico falso).

Fonte: Ministério da Saúde, SIM/DATASUS (TabNet, CID-10 X85-Y09, Y35 e Y36, residência) e IBGE, Projeções da População, revisão 2024 (homens e mulheres); antes de 2000, Atlas da Violência, séries 51 e 52

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