Homicídios no Brasil

Mortes por homicídio a cada 100 mil habitantes

20,0 por 100 mil +0,6 por 100 mil desde 1990

Em resumo

  • Último dado: 20,0 por 100 mil em 2024.
  • Variação: +0,6 por 100 mil desde 1990.
  • Maior valor: 32,0 por 100 mil em 2017. Menor valor: 16,7 por 100 mil em 1992.
  • Por governo: a maior alta foi no governo FHC 1 (+6,0 por 100 mil, de 1994 a 1998) e a maior queda no governo Bolsonaro (−6,0 por 100 mil, de 2018 a 2022).

Perguntas frequentes

Qual é o dado mais recente de homicídios no Brasil?

20,0 por 100 mil em 2024 (fonte: Atlas da Violência).

Em que ano homicídios no Brasil teve o maior valor?

Em 2017, com 32,0 por 100 mil. O menor valor da série foi em 1992: 16,7 por 100 mil.

Em qual governo homicídios no Brasil mais subiu e mais caiu?

A maior alta foi no governo FHC 1 (+6,0 por 100 mil, de 1994 a 1998) e a maior queda no governo Bolsonaro (−6,0 por 100 mil, de 2018 a 2022). Conta do último dado antes da posse até o último do mandato.

Sobre os dados

Taxa de homicídios registrados do Atlas da Violência (Ipea), série atual, de 1990 a 2024. Conta mortes por agressão e por intervenção legal (CID-10 X85 a Y09 e Y35, a mesma definição da série do Atlas), pelo local de residência da vítima, divididas pela população do ano e multiplicadas por 100 mil. Os dados de mortes vêm do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. Os anos anteriores a 1990 saíram porque o Atlas atual não os publica. O Atlas revisa a série a cada edição, por causa de novas estimativas de população, então os números podem ser um pouco diferentes dos de edições antigas ou de notícias. O ano mais recente pode ser revisado. Atenção à queda recente: parte das mortes violentas fica registrada sem causa definida. O Atlas da Violência 2026 estima que 7.083 dessas mortes, em 2024, eram homicídios (os homicídios ocultos), alta de 88,6% sobre 2023 (3.755). Eles foram 14,3% dos homicídios estimados em 2024, contra 7,6% em 2023, e não entram nesta taxa. Por isso parte da queda pode vir de piora no registro da causa da morte, e não só de menos homicídios.

Fonte: Atlas da Violência (Ipea e Fórum Brasileiro de Segurança Pública), com dados do Ministério da Saúde (SIM)

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