Temer

Michel Temer, 2016 a 2018, Nova República.

Mostra o que mudou nos números durante o mandato, não o que o governo causou. Estados, municípios, Congresso e a economia mundial também pesam.

47 indicadores têm dado para comparar neste mandato.

Em resumo

Michel Temer governou pouco mais de dois anos e meio, de 12 de maio de 2016 a 1º de janeiro de 2019, e assumiu no meio de uma recessão muito funda, que só terminou em dezembro de 2016. A inflação e os juros caíram muito, a economia voltou a crescer e as contas antes dos juros melhoraram. Mas a dívida, a pobreza e a desigualdade fecharam 2018 acima de 2015, e o desemprego terminou perto do nível da posse. O balanço parte de 2015, então parte do que aparece como piora começou antes da posse, e parte da melhora é só a saída do fundo.

Texto escrito por inteligência artificial a partir dos dados do site e de pesquisa em fontes públicas.

Melhorou

Economia

Trabalho

Social

Educação

Saúde

Segurança

Meio ambiente

Piorou

Economia

Trabalho

Social

Segurança

Meio ambiente

Ficaram estáveis

Renda média por pessoa, Tamanho da economia, Desemprego, Rendimento médio do trabalho, Soma da renda do trabalho, Bolsa Família: valor médio, Pobreza desde 1981, Nota do Brasil no Pisa, Mortalidade infantil no Brasil, Homicídios de jovens de 15 a 29 anos, Homicídios de negros e de não negros, Homicídios registrados e estimados

Como ler esta lista

Cada indicador compara o último dado antes da posse com o último do mandato. Nos que somam o ano, como inflação e desmatamento, compara a média do mandato com a do governo anterior. É a mesma conta da aba “Por governo” de cada gráfico, e tocar num item abre essa aba.

Mudança pequena para o tempo de mandato fica estável e não entra em nenhuma das duas listas.

Em cada tema, vêm primeiro as mudanças mais fortes em relação ao que aquele indicador costuma variar de um ano para o outro. O lugar entre os governos compara a variação por ano de cada mandato, para o tamanho do mandato não pesar.

Indicadores que melhoram devagar com as décadas, como a expectativa de vida, costumam aparecer como melhorados em muitos governos.

Contas parciais partem de dentro do mandato, por falta de dado antes da posse, ou cobrem menos de 2 anos. Ficam à parte para não se misturar com as demais.