Temer
Michel Temer, 2016 a 2018, Nova República.
Mostra o que mudou nos números durante o mandato, não o que o governo causou. Estados, municípios, Congresso e a economia mundial também pesam.
47 indicadores têm dado para comparar neste mandato.
Em resumo
Michel Temer governou pouco mais de dois anos e meio, de 12 de maio de 2016 a 1º de janeiro de 2019, e assumiu no meio de uma recessão muito funda, que só terminou em dezembro de 2016. A inflação e os juros caíram muito, a economia voltou a crescer e as contas antes dos juros melhoraram. Mas a dívida, a pobreza e a desigualdade fecharam 2018 acima de 2015, e o desemprego terminou perto do nível da posse. O balanço parte de 2015, então parte do que aparece como piora começou antes da posse, e parte da melhora é só a saída do fundo.
Texto escrito por inteligência artificial a partir dos dados do site e de pesquisa em fontes públicas.
Melhorou
Economia
- Inflação no Brasil: 3,62%, melhor resultado entre 12 governos
- Crescimento da economia: 0,3%, 16º melhor entre 18 governos
- Salário mínimo: +R$ 63, 8º melhor entre 19 governos
- Cesta básica de São Paulo no salário mínimo: −3,5 pontos, 4º melhor entre 7 governos
- Horas de trabalho para comprar a cesta: −7,7 horas, 4º melhor entre 7 governos
- Salário mínimo necessário: −0,3 vezes o mínimo, 4º melhor entre 7 governos
- Cesta básica: −R$ 24, 2º melhor entre 7 governos
- Contas do governo antes dos juros: −1,8% do PIB, 5º melhor entre 7 governos
Trabalho
- Saldo de empregos com carteira: −0,3%, 6º melhor entre 7 governos
Social
- Anos de estudo no IDH do Brasil: +0,3 ano, melhor resultado entre 8 governos
- IDHM do Brasil e suas partes: +0,015
- IDH do Brasil: +0,010, 7º melhor entre 8 governos
- Expectativa de vida no IDH do Brasil: +0,5 ano, 7º melhor entre 8 governos
Educação
- Qualidade do ensino (Ideb): +0,3, melhor resultado entre 6 governos
Saúde
- Expectativa de vida no Brasil: +0,7 ano, 3º melhor entre 6 governos
Segurança
- Homicídios de adolescentes por 100 mil: −1,3 por 100 mil, 3º melhor entre 6 governos
- Homicídios de homens e de mulheres: −2,1 por 100 mil, 3º melhor entre 6 governos
- Homicídios no Brasil: −1,1 por 100 mil, 3º melhor entre 7 governos
- Mortes por arma de fogo por 100 mil habitantes: −0,7 por 100 mil, 3º melhor entre 6 governos
- Homicídios: registro da polícia ou da saúde: −1,0 por 100 mil
- Mortes violentas intencionais no Brasil (polícia): −1,0 por 100 mil
Meio ambiente
- Focos de queimadas: 173,7 mil focos, 2º melhor entre 6 governos
Piorou
Economia
- Botijão de gás: +R$ 18, pior resultado entre 6 governos
- Dívida do governo: +9,8 pontos, pior resultado entre 5 governos
- Reajuste do salário mínimo: −0,17%, pior resultado entre 8 governos
- Renda no IDH do Brasil: −US$ 620 PPC, pior resultado entre 8 governos
- Litros de gasolina por salário mínimo: −20 litros, 5º pior entre 12 governos
- Preço dos combustíveis: +R$ 0,42, 6º pior entre 13 governos
- PIB por habitante: −US$ 214, 2º pior entre 16 governos
Trabalho
- Falta de trabalho além do desemprego: +6,5 pontos
Social
- Desigualdade de renda (Índice de Gini): +0,021
- Quem fica com a renda do país: +1,6 ponto, pior resultado entre 7 governos
- Pobreza no Brasil: +1,7 ponto, pior resultado entre 6 governos
Segurança
- Assassinatos cometidos com arma de fogo: +1,7 ponto, pior resultado entre 6 governos
Meio ambiente
- Desmatamento da vegetação nativa: 7.404 km², 8º pior entre 11 governos
Ficaram estáveis
Renda média por pessoa, Tamanho da economia, Desemprego, Rendimento médio do trabalho, Soma da renda do trabalho, Bolsa Família: valor médio, Pobreza desde 1981, Nota do Brasil no Pisa, Mortalidade infantil no Brasil, Homicídios de jovens de 15 a 29 anos, Homicídios de negros e de não negros, Homicídios registrados e estimados
Como ler esta lista
Cada indicador compara o último dado antes da posse com o último do mandato. Nos que somam o ano, como inflação e desmatamento, compara a média do mandato com a do governo anterior. É a mesma conta da aba “Por governo” de cada gráfico, e tocar num item abre essa aba.
Mudança pequena para o tempo de mandato fica estável e não entra em nenhuma das duas listas.
Em cada tema, vêm primeiro as mudanças mais fortes em relação ao que aquele indicador costuma variar de um ano para o outro. O lugar entre os governos compara a variação por ano de cada mandato, para o tamanho do mandato não pesar.
Indicadores que melhoram devagar com as décadas, como a expectativa de vida, costumam aparecer como melhorados em muitos governos.
Contas parciais partem de dentro do mandato, por falta de dado antes da posse, ou cobrem menos de 2 anos. Ficam à parte para não se misturar com as demais.