Dilma 1

Dilma Rousseff, 2011 a 2014, 1º mandato, Nova República.

Mostra o que mudou nos números durante o mandato, não o que o governo causou. Estados, municípios, Congresso e a economia mundial também pesam.

35 indicadores têm dado para comparar neste mandato.

Em resumo

No primeiro mandato de Dilma Rousseff (2011 a 2014), a economia cresceu 2,3% ao ano, contra 4,6% em Lula 2. Ninguém mediu quanto disso é volta ao normal depois de 2010 e quanto veio de escolhas do governo. Gasolina, luz e inflação ficaram seguradas, e a conta chegou à Petrobras, ao setor elétrico e ao Tesouro em 2014 e 2015. O desemprego e a pobreza caíram, enquanto os homicídios subiram em 19 estados.

Texto escrito por inteligência artificial a partir dos dados do site e de pesquisa em fontes públicas.

Melhorou

Economia

Trabalho

  • Desemprego: −1,7 ponto, 3º melhor entre 9 governos

Social

Educação

Saúde

Meio ambiente

Piorou

Economia

Trabalho

Segurança

Ficaram estáveis

Cesta básica de São Paulo no salário mínimo, Horas de trabalho para comprar a cesta, Salário mínimo necessário, Nota do Brasil no Pisa

Como ler esta lista

Cada indicador compara o último dado antes da posse com o último do mandato. Nos que somam o ano, como inflação e desmatamento, compara a média do mandato com a do governo anterior. É a mesma conta da aba “Por governo” de cada gráfico, e tocar num item abre essa aba.

Mudança pequena para o tempo de mandato fica estável e não entra em nenhuma das duas listas.

Em cada tema, vêm primeiro as mudanças mais fortes em relação ao que aquele indicador costuma variar de um ano para o outro. O lugar entre os governos compara a variação por ano de cada mandato, para o tamanho do mandato não pesar.

Indicadores que melhoram devagar com as décadas, como a expectativa de vida, costumam aparecer como melhorados em muitos governos.

Contas parciais partem de dentro do mandato, por falta de dado antes da posse, ou cobrem menos de 2 anos. Ficam à parte para não se misturar com as demais.