Bolsonaro

Jair Bolsonaro, 2019 a 2022, Nova República.

Mostra o que mudou nos números durante o mandato, não o que o governo causou. Estados, municípios, Congresso e a economia mundial também pesam.

55 indicadores têm dado para comparar neste mandato.

Em resumo

O mandato teve choques que o governo não controlava: a pandemia, a alta mundial de comida e petróleo, a guerra na Ucrânia e a seca de 2021. Desemprego, homicídios e dívida em % do PIB terminaram abaixo de 2018, mas comida, gás e desmatamento subiram e a renda do trabalho caiu. Várias melhoras de 2022 tiveram custo: imposto a menos nos estados, auxílio só até dezembro e precatórios adiados. A queda dos homicídios veio em grande parte em 2019, e a polícia é dos estados.

Texto escrito por inteligência artificial a partir dos dados do site e de pesquisa em fontes públicas.

Melhorou

Economia

Trabalho

Social

Educação

Segurança

Piorou

Economia

Trabalho

Social

Saúde

Segurança

Meio ambiente

Ficaram estáveis

Salário mínimo, Soma da renda do trabalho, Nota do Brasil no Pisa, Qualidade do ensino (Ideb), Mortalidade infantil no Brasil

Como ler esta lista

Cada indicador compara o último dado antes da posse com o último do mandato. Nos que somam o ano, como inflação e desmatamento, compara a média do mandato com a do governo anterior. É a mesma conta da aba “Por governo” de cada gráfico, e tocar num item abre essa aba.

Mudança pequena para o tempo de mandato fica estável e não entra em nenhuma das duas listas.

Em cada tema, vêm primeiro as mudanças mais fortes em relação ao que aquele indicador costuma variar de um ano para o outro. O lugar entre os governos compara a variação por ano de cada mandato, para o tamanho do mandato não pesar.

Indicadores que melhoram devagar com as décadas, como a expectativa de vida, costumam aparecer como melhorados em muitos governos.

Contas parciais partem de dentro do mandato, por falta de dado antes da posse, ou cobrem menos de 2 anos. Ficam à parte para não se misturar com as demais.