Lula 1
Luiz Inácio Lula da Silva, 2003 a 2006, 1º mandato, Nova República.
Mostra o que mudou nos números durante o mandato, não o que o governo causou. Estados, municípios, Congresso e a economia mundial também pesam.
33 indicadores têm dado para comparar neste mandato.
Em resumo
No primeiro mandato de Lula (2003 a 2006), a economia cresceu 3,5% ao ano, contra 2,3% em FHC 2. Mesmo assim, cresceu menos que oito vizinhos da América do Sul. O governo manteve o tripé de FHC e fez um ajuste duro em 2003, com juros altos e investimento público cortado. Depois vieram inflação em queda, salário mínimo maior, Bolsa Família e pobreza menor, com ajuda do mundo. O desmatamento chegou ao pico em 2004, e a queda dos homicídios no país é quase toda de São Paulo.
Texto escrito por inteligência artificial a partir dos dados do site e de pesquisa em fontes públicas.
Melhorou
Economia
- Salário mínimo necessário: −1,7 vezes o mínimo, melhor resultado entre 7 governos
- Cesta básica de São Paulo no salário mínimo: −18,1 pontos, melhor resultado entre 7 governos
- Horas de trabalho para comprar a cesta: −39,9 horas, melhor resultado entre 7 governos
- Salário mínimo: +R$ 218, 2º melhor entre 19 governos
- Tamanho da economia: +US$ 183,1 bi, 8º melhor entre 16 governos
- Renda no IDH do Brasil: +US$ 1.450 PPC, 3º melhor entre 8 governos
- PIB por habitante: +US$ 677, 7º melhor entre 16 governos
- Inflação no Brasil: 6,41%, 6º melhor entre 12 governos
- Reajuste do salário mínimo: 5,92%, melhor resultado entre 8 governos
- Crescimento da economia: 3,5%, 9º melhor entre 18 governos
- Contas do governo antes dos juros: 3,5% do PIB, melhor resultado entre 7 governos
- Litros de gasolina por salário mínimo: +20 litros, 5º melhor entre 12 governos
- Cesta básica: −R$ 31, melhor resultado entre 7 governos
- Botijão de gás: −R$ 2,60, 3º melhor entre 6 governos
Trabalho
- Saldo de empregos com carteira: 5,8%, 2º melhor entre 7 governos
- Desemprego: −1,0 ponto, 5º melhor entre 9 governos
Social
- IDH do Brasil: +0,025, melhor resultado entre 8 governos
- Expectativa de vida no IDH do Brasil: +1,9 ano, melhor resultado entre 8 governos
- Pobreza no Brasil: −8,4 pontos, 3º melhor entre 6 governos
- Quem fica com a renda do país: −2,0 pontos, 3º melhor entre 7 governos
- Pobreza desde 1981: −6,1 pontos, 4º melhor entre 7 governos
- Anos de estudo no IDH do Brasil: +0,2 ano, melhor resultado entre 8 governos
Saúde
- Mortalidade infantil no Brasil: −5,7 por mil nascidos vivos, melhor resultado entre 6 governos
- Expectativa de vida no Brasil: +1,7 ano, 2º melhor entre 6 governos
Segurança
- Homicídios de homens e de mulheres: −2,6 por 100 mil, 4º melhor entre 6 governos
- Homicídios de jovens de 15 a 29 anos: −3,0 por 100 mil, 3º melhor entre 6 governos
- Homicídios no Brasil: −1,3 por 100 mil, 4º melhor entre 7 governos
Piorou
Segurança
- Assassinatos cometidos com arma de fogo: +2,4 pontos, pior resultado entre 6 governos
Meio ambiente
- Desmatamento da vegetação nativa: 21,6 mil km², pior resultado entre 11 governos
Ficaram estáveis
Preço dos combustíveis, Homicídios de adolescentes por 100 mil, Homicídios de negros e de não negros, Mortes por arma de fogo por 100 mil habitantes
Como ler esta lista
Cada indicador compara o último dado antes da posse com o último do mandato. Nos que somam o ano, como inflação e desmatamento, compara a média do mandato com a do governo anterior. É a mesma conta da aba “Por governo” de cada gráfico, e tocar num item abre essa aba.
Mudança pequena para o tempo de mandato fica estável e não entra em nenhuma das duas listas.
Em cada tema, vêm primeiro as mudanças mais fortes em relação ao que aquele indicador costuma variar de um ano para o outro. O lugar entre os governos compara a variação por ano de cada mandato, para o tamanho do mandato não pesar.
Indicadores que melhoram devagar com as décadas, como a expectativa de vida, costumam aparecer como melhorados em muitos governos.
Contas parciais partem de dentro do mandato, por falta de dado antes da posse, ou cobrem menos de 2 anos. Ficam à parte para não se misturar com as demais.