Insegurança alimentar nas casas

Parte das casas que não tem comida garantida

24,2% Qualquer grau −10,7 pontos desde 2004

Em resumo

  • Último dado: 24,2% em 2024 (Qualquer grau).
  • Variação: −10,7 pontos desde 2004.
  • Maior valor: 36,7% em 2018. Menor valor: 22,6% em 2013.
  • Por governo: a maior alta foi no governo Temer (+14,1 pontos, de 2013 a 2018) e a maior queda no governo Lula 3 (−12,5 pontos, de 2018 a 2024).

Perguntas frequentes

Qual é o dado mais recente de insegurança alimentar nas casas?

24,2% em 2024 (Qualquer grau) (fonte: IBGE).

Em que ano insegurança alimentar nas casas teve o maior valor?

Em 2018, com 36,7%. O menor valor da série foi em 2013: 22,6%.

Em qual governo insegurança alimentar nas casas mais subiu e mais caiu?

A maior alta foi no governo Temer (+14,1 pontos, de 2013 a 2018) e a maior queda no governo Lula 3 (−12,5 pontos, de 2018 a 2024). Conta do último dado antes da posse até o último do mandato.

Sobre os dados

Percentual de domicílios. Cada ponto vem de uma pesquisa diferente: 2004, 2009 e 2013 são da PNAD, 2018 é da POF de 2017 e 2018 e 2023 e 2024 são da PNAD Contínua. Os métodos mudam entre as pesquisas, então o salto de 2013 (22,6%) para 2018 (36,7%) mistura aumento real com troca de pesquisa e a comparação é aproximada. Só existem 6 anos de dados. O IBGE não mediu a insegurança alimentar entre 2018 e 2023, e por isso a linha passa direto pela pandemia. Nesse intervalo a Rede PENSSAN fez dois inquéritos (VIGISAN). No fim de 2020, 55,2% tinham algum grau de insegurança alimentar e 9,0% estavam no grau grave (cerca de 19 milhões de pessoas). Entre novembro de 2021 e abril de 2022, eram 58,7% e 15,5% (33,1 milhões de pessoas). Esses números são bem mais altos que os do IBGE, mas vêm de outra pesquisa, com outra amostra e outro método, e por isso não entram no gráfico. O nome oficial do nível mais alto é insegurança alimentar grave, que na prática significa passar fome.

Fonte: IBGE, PNAD, POF e PNAD Contínua (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável)

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