Dados atualizados em

Trabalho informal

De cada 100 pessoas que trabalham, quantas não têm carteira assinada nem CNPJ

38,1% −1,0 ponto desde 2016

Em resumo

  • Último dado: 38,1% em 2025.
  • Variação: −1,0 ponto desde 2016.
  • Maior valor: 41,0% em 2019. Menor valor: 37,7% em 2020 (queda porque os informais foram os primeiros a perder o trabalho na pandemia, não porque viraram formais).
  • Por governo: a maior queda foi no governo Lula 3, −1,4 ponto de 2022 a 2025 (−0,5 ponto por ano).

Perguntas frequentes

Qual é o dado mais recente de trabalho informal?

38,1% em 2025. Fonte: IBGE.

Qual foi o maior valor de trabalho informal e em que ano?

41,0%, em 2019. O menor valor da série foi 37,7%, em 2020 (queda porque os informais foram os primeiros a perder o trabalho na pandemia, não porque viraram formais).

Em qual governo houve a maior alta e a maior queda de trabalho informal?

A maior queda foi no governo Lula 3, −1,4 ponto de 2022 a 2025 (−0,5 ponto por ano). Conta do último dado antes da posse até o último do mandato, comparada por ano porque os mandatos têm tamanhos diferentes.

Sobre os dados

Taxa média anual oficial do IBGE (tabela anual 10364, variável taxa de informalidade). Começa em 2016 porque a série do IBGE só inicia no 4º trimestre de 2015. Pela definição do IBGE, são informais os empregados do setor privado sem carteira (inclusive trabalhadores domésticos sem carteira), os empregadores e os conta própria sem CNPJ e os ajudantes familiares. A taxa é a parte desses trabalhadores no total de pessoas ocupadas, de 14 anos ou mais. Não é a média dos quatro trimestres da tabela trimestral 8529. Em 2020 a taxa caiu porque os informais foram os primeiros a perder o trabalho na pandemia, não porque viraram formais. Quem tem CNPJ (como o MEI) conta como formal, mesmo sem contribuir para a Previdência.

Fonte: IBGE, PNAD Contínua, taxa de informalidade anual (tabela 10364 do SIDRA)

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