Dados atualizados em
Saldo de empregos com carteira
Empregos com carteira abertos menos fechados em cada ano
1,3 mi empregos em 2025
Em resumo
- Último dado: 1,3 mi empregos em 2025.
- Saldo de empregos com carteira: +2,7% no total de empregos com carteira em 2025.
- Maior valor: 2,8 mi empregos em 2021 (recuperação depois da pandemia, já no Novo Caged. Em proporção ao total de empregos, o melhor ano foi 2010 (7,8%)). Menor valor: −1,5 mi empregos em 2015.
- A partir de 2020, o método mudou (Novo Caged): os anos antes e depois não são totalmente comparáveis.
- Por governo: a menor média anual foi no governo Dilma 2 (−3,6%).
Perguntas frequentes
Qual é o dado mais recente de saldo de empregos com carteira?
1,3 mi empregos em 2025. Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego.
Qual foi o maior valor de saldo de empregos com carteira e em que ano?
2,8 mi empregos, em 2021 (recuperação depois da pandemia, já no Novo Caged. Em proporção ao total de empregos, o melhor ano foi 2010 (7,8%)). O menor valor da série foi −1,5 mi empregos, em 2015.
Em qual governo foi a maior média de saldo de empregos com carteira?
A menor média anual foi no governo Dilma 2 (−3,6%). Média dos anos de cada mandato; o ano dividido entre dois presidentes conta para os dois, pelos meses de cada um, com dados do Ministério do Trabalho e Emprego. Usa a série variação do total de empregos com carteira.
Sobre os dados
Saldo de empregos com carteira assinada em cada ano: contratações menos demissões, de janeiro a dezembro, como divulgado oficialmente pelo Ministério do Trabalho e Emprego (gráfico "Saldo de empregos formais, Brasil, acumulado de janeiro a dezembro, dados com ajustes"). "Com ajustes" quer dizer que o número inclui as declarações enviadas fora do prazo pelas empresas, que chegam depois e corrigem o saldo. Por isso é o número oficial do ano, e pode ser maior ou menor que a soma dos saldos divulgados mês a mês no calendário, que não traz esses atrasos. Em 2020 o método mudou: o Caged antigo (2002 a 2019) foi trocado pelo Novo Caged, que usa o eSocial. O Ministério publica as duas partes juntas, numa linha só, mas elas não são totalmente comparáveis, então o salto entre 2019 e 2020 não deve ser lido como mudança só da economia. Em 2020, ano da pandemia, o saldo oficial com ajustes foi negativo (menos 189.393); a primeira divulgação, sem os ajustes, tinha mostrado saldo positivo. Os valores de 2020 a 2025 seguem a última revisão (ajustes declarados até dezembro de 2025) e podem mudar um pouco nas próximas revisões. Os valores de 2004 a 2019 batem com a diferença de estoque de dezembro para dezembro da série 28763 do Banco Central. O Caged só conta empregos com carteira assinada. A série começa em 2002 porque é o primeiro ano com saldo anual com ajustes divulgado pelo Ministério. Variação do total: o saldo dividido pelo total de empregos com carteira no começo do ano, como publica o Ministério (mesma apresentação). O total dobrou desde 2002 (de cerca de 22 milhões para 48,5 milhões em dezembro de 2025), então o mesmo saldo pesa menos hoje: em proporção, o melhor ano foi 2010 (7,8%), não 2021. O "por governo" usa essa variação. Em 2020 e 2021, primeiros anos do Novo Caged, o saldo ficou bem acima do que mostra a pesquisa do IBGE (PNAD Contínua) para os empregos com carteira.
Veja também
- Desemprego
- Desemprego por estado
- Rendimento médio do trabalho
- Soma da renda do trabalho
- Trabalho informal
- Quem são os trabalhadores informais
- Pessoas com e sem trabalho
- Quem trabalha, quem procura e quem está fora
- Falta de trabalho além do desemprego
- Desemprego entre jovens
- Desemprego de homens e mulheres
- Trabalho informal por estado