Dados atualizados em
Desmatamento da vegetação nativa
Área de vegetação nativa desmatada por ano na Amazônia Legal e no Cerrado
5.731 km² Amazônia Legal em 2025
Em resumo
- Último dado (Amazônia Legal): 5.731 km² em 2025.
- Maior valor: 29,1 mil km² em 1995. Menor valor: 4.571 km² em 2012.
- Por governo: a maior média anual foi no governo Lula 1 (21,6 mil km²) e a menor no governo Dilma 1 (5.473 km²).
Perguntas frequentes
Qual é o dado mais recente de desmatamento da vegetação nativa (Amazônia Legal)?
5.731 km² em 2025. Fonte: INPE.
Qual foi o maior valor de desmatamento da vegetação nativa (Amazônia Legal) e em que ano?
29,1 mil km², em 1995. O menor valor da série foi 4.571 km², em 2012.
Em qual governo foi a maior média de desmatamento da vegetação nativa (Amazônia Legal)?
A maior média anual foi no governo Lula 1 (21,6 mil km²) e a menor no governo Dilma 1 (5.473 km²). Média dos anos de cada mandato; o ano dividido entre dois presidentes conta para os dois, pelos meses de cada um, com dados do INPE.
Sobre os dados
O ano vai de agosto do ano anterior a julho do ano indicado (ex.: 2025 = ago/2024 a jul/2025). Os dois biomas usam o dado consolidado do INPE no TerraBrasilis. Amazônia: taxa anual consolidada do PRODES, soma dos 9 estados; 1993 e 1994 têm o mesmo valor porque o INPE divulga a média dos dois anos. Em 2025, o INPE estimou 5.796 km² em outubro de 2025, com parte das imagens, e consolidou 5.731 km² em março de 2026, com a Amazônia Legal inteira; usamos o consolidado. Cerrado: soma das áreas desmatadas mapeadas pelo INPE no TerraBrasilis, de 2013 em diante. Pode diferir um pouco das taxas anunciadas pelo INPE em cada ano (em 2023, 11.001 km² contra 11.011,7 anunciados; em 2024, 8.166 contra 8.174; em 2025, 7.235, igual ao anúncio). As duas séries não são diretamente comparáveis: na Amazônia Legal o PRODES mede corte raso de floresta (áreas a partir de 6,25 hectares); no Cerrado mede a retirada de vegetação nativa, que inclui savana e campos (áreas a partir de 1 hectare), e só existe de 2013 em diante. Na Amazônia, a maior parte da série usa imagens dos satélites Landsat; desde 2024 o INPE usa os satélites Sentinel-2 e Sentinel-1, cujo radar enxerga através das nuvens, e nenhuma área ficou sem observação.
Fonte: INPE, PRODES (TerraBrasilis; nota técnica da taxa consolidada de 2025, março de 2026)